quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Andressa.

À noite escrevo (Um dia após ou a esse antes que possa eu a estar romantizando)
Aonde não sei, não me interessa, sei só que terei o piso liso,
O teto que não me deixa, sempre de cima lá me olhando,
Penso, penso. E o pensamento em curto, fica circuito confuso.

A coloco no lado do cérebro do sentimento, mas esse lado esta birrento,
Insisto que é diferente, é alguém que tenha mente e que possa cuidá-lo,
Já estou a caminho aqui sentado e a sinto em meu intimo em toques lentos,
Beirando para o ladinho esquerdo do vento antes que seus lábios ele possa levá-los.

Embora não lá (que mania de querer saber o destino) Estou aqui vendo transeuntes:
De aceso atino, iludindo, escrevendo, trapaceando, vendo o tempo correndo,
Vendo figuras, ansioso, empírico, num enxame de tantas coisas loucas desse mundo.

Um pouco frio, agora é um lindo e quente dia em sintonia com todos os corações,
Mas apenas um que me alinha quando penso nessa “sintonia” do qual não o tenho em mãos.
Fecha-lo e num instinto primitivo a poder amá-lo.

Ander 16/12/2007

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