quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Daiane.

A distância é concreta, é matemática, não é poética,
E quando se distância uma solidão corroe por dentro,
Não se vá, permaneça. Tuas palavras de tal conflito, de tal ética,
É do que preciso para amenizar minha alma adentro.

Quando por ser animal social que sou converso,
Os sons alheios. E o vento para longe se encarrega...
E parece que vivo num monologo sem que ninguém perceba...
Intimamente relembrando as palavras que outrora você me entrega.

És bela e penetrante, mas não sei como e não fui homem a este presente,
E me envolver em tua mente me abrindo em sangue grosso extasiado fortemente
Por te a encontrado, e avigorando sabiamente o quanto a humanidade padece.

O tempo ao qual eterno escrevo recolocando minhas magoas em teu peito,
Pelas mulheres sem espírito como mortas vivas que, em equivoco um coito,
Cria o vácuo, o limbo, o nada, e do zero posso? Beijar lhes os pés claros.

Ander 26/10/07

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