Deixaria-me dormir até mais tarde
Naquele caixão pequenininho que construirão
Feito de folhas de palmeiras de qualquer coisa que a terra cede
Há tanta pressa que se tem lá fora, quero uma vida sem computadores.
Prendedores nos varais secando os jeans. Quero me encontrar com a merda (aquela que não fede) Dos gados adubando a terra sem ronco de motores.
Talvez se um dia eu me voltar a isso, eu poderei dizer que sou eu.
Ander 29/11/2007
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