Como séculos de sangue são meus dias
A linha curta da experiência vida humana
Olhos nos olhos as salas ruidosas e vazias
Um encontro natimorto distante de Atenas.
No alto eu olhava as flores imortais sobre a mesa
Mas pela natureza as que apodrecem são de espírito
No tempo do desconhecido já um pouco antes de casa
O tédio repetia essa busca em tronco, incessantemente maldito.
No caminho em confraternização com meu nascido
A sensação de amor brotava afetuosamente...
Uma tranqüila introspecção extasiava meus sentidos
O Sol que enamorava a campina de um verde carpido.
E minha sombra; está minha amante, ao meu alcance,
Lembrou me funestamente, disse-me dos tempos idos.
Quando no circulo miseravelmente dei perpetuamente a face
Dos grilhões do “destino”, esse facínora invencível.
A singularidade de Ana.
Quando puderas discípulo de Buda, da mesma campina,
Que o Sol enamorava. Quando eu estrela morta...
Que Sozinho estou: é quando estou com o opróbrio dessa raça.
E quanto mais estou. Oh Céu! Mais sou estrela morta.
Quando puderas dizes... Ana, na singularidade do teu Espírito,
(Ou da minha Experiência) o Yang e Yin de cada essência,
Que dizes fortuna, singular diurna, e singular amante noturna,
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Ander 12/02/2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Sem titulo.
Existe um cheiro pútrido na espécie dos ricos,
Que exala em todo seu comportamento hediondo
E de um odor diferente, mas tão forte quanto...
Também exala da espécie moribunda.
Ander 12/02/2009
Que exala em todo seu comportamento hediondo
E de um odor diferente, mas tão forte quanto...
Também exala da espécie moribunda.
Ander 12/02/2009
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Elizabeth
Amor que dorme nas ondas noturnas
Navega, eleva, num mar de rosas dispersas
O corpo cintila, desperta lasciva, nua,
Endeusa a face minha morena perversa.
Bela sedutora Bruxa Elizabeth
Dos anseios da mortalidade findo
Um lance desse olhar terno quente
Cai sedutoramente de alma sorrindo.
Vermelha clara alcova da manhã
Inflamada pelo incenso a paixão vespertina
Observa – à: o universo e a estrela anciã
Esbelta flor, versos na luz de serpentina.
Serena morena esculpida eterna
Numa dança pagã realça os escritos
Oh! Corpo de mulher libertina...
Mas Singulares vícios de amor à cristalina.
Estrela D'Alva. Saudosa; amor e vida
Semblante artística etéreos mística
Quero ter-lhe a alma pela pele cálida,
Numa li laz juntura uma tanto eclesiástica.
Ander 16/01/2009
Navega, eleva, num mar de rosas dispersas
O corpo cintila, desperta lasciva, nua,
Endeusa a face minha morena perversa.
Bela sedutora Bruxa Elizabeth
Dos anseios da mortalidade findo
Um lance desse olhar terno quente
Cai sedutoramente de alma sorrindo.
Vermelha clara alcova da manhã
Inflamada pelo incenso a paixão vespertina
Observa – à: o universo e a estrela anciã
Esbelta flor, versos na luz de serpentina.
Serena morena esculpida eterna
Numa dança pagã realça os escritos
Oh! Corpo de mulher libertina...
Mas Singulares vícios de amor à cristalina.
Estrela D'Alva. Saudosa; amor e vida
Semblante artística etéreos mística
Quero ter-lhe a alma pela pele cálida,
Numa li laz juntura uma tanto eclesiástica.
Ander 16/01/2009
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